sexta-feira, 29 de março de 2013

Mar de Insanidades

Há algum tempo venho me escondendo
Escondendo-me de mim mesmo
De meus pesadelos, de minhas loucuras
Não sei onde estou, não consigo me encontrar

Eu vejo você no seu mar de trevas
Nos seus rios de mágoas
Rastejando na noite,
Procurando por seus monstros
Procurando por uma existência
Que possa te acalmar
Dançando uma música chamada vida
Em uma boate chamada destino

Vejo faces congeladas, pessoas paralisadas
Dizem-se livres, dizem-se conhecer a felicidade
Vago num caminho escuro, num caminho confuso
Minha mente distorce, meus olhos não conseguem ver
Meu coração não sente, meu corpo não consegue mais se mover

Eu vejo você no seu mar de trevas
Nos seus rios de mágoas
Rastejando na noite,
Procurando por seus monstros
Procurando por uma existência
Que possa te acalmar
Dançando uma música chamada vida
Em uma boate chamada destino

Cavalgo no meu grifo voador
Vou além das estrelas, além de mim
Um novo horizonte me espera,
Preciso chegar

Eu vejo você em seu rio escuro
Rastejando na noite
Procurando por seus monstros
Procurando por uma existência
Para te salvar
Nade depressa para não se afogar,
No seu orgulho, na sua vaidade
No seu mar de insanidades.

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